
Em meados de 2010, com 25 anos, eu tomei posse no cargo de Administrador do Ministério da Saúde (MS). Naquele momento, além de cursos de Inglês, de Espanhol e de Francês, eu vinha de duas graduações, cursadas concomitantemente. Optei então por descansar. Estava, de fato, exausto. Passados uns 7 anos no MS, eu resolvi voltar a estudar para concurso. O MS já não me satisfazia mais. Fiquei insatisfeito com conteúdo do cargo e, de certo, com a instituição. Tive então que conciliar estudos, trabalho e mestrado. Otimizava os estudos nos feriados e fim de semana. O retorno aos estudos foi um movimento lento, inclusive, com certas interrupções.
Inicialmente, direcionei meus estudos para cargos na área de controle externo. Na pandemia, consegui intensificar meus estudos e, desta vez, sem interrupções. Por apenas uma (1) questão, eu não fui para a etapa da prova discursiva do Tribunal de Contas da União (TCU). No entanto, fui aprovado em 48º para cargo de Consultor Técnico Administrativo (Administração), da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e em 239º para cargo de Analista Legislativo do Senado. Para o cargo de Consultor Legislativo (Orçamento e Direito Financeiro) do Senado, até a nota das provas discursivas, em estava em 21º. No entanto, somente 10 seriam classificados no resultado final. Minhas notas nas 5 provas da discursiva não foram suficientes para ganhar posições.
No concurso da Receita Federal, para o cargo de Auditor-Fiscal, consegui a classificação em 1º (CN) e 32º, para ampla.
Em todos esses concursos, ademais da adoção de outras estratégias, a resolução de questões foi um fator relevante. Nesse sentido, Tec Concursos conseguiu atender as minhas expectativas.